Tocantins conta com 244 equipes participando da 4ª fase da Olimpíada Nacional em História

Tocantins

26.05.2026

O Tocantins está atualmente com 244 equipes de estudantes participando da 4ª fase da Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), que teve início nesta segunda-feira, 25, com 21.000 equipes representantes de todos os estados brasileiros. 

As atividades relacionadas à 4ª fase da olimpíada podem ser realizadas até o dia 30 de maio. Ao todo são cinco fases on-line, com duração de uma semana, e a última fase será presencial, agendada para acontecer nos dias 29 e 30 de agosto, na Universidade Estadual de Campinas (Unicamp).

Em Palmas, professores da Escola Estadual Setor Sul comemoram a participação dos estudantes na olimpíada, que conta com cinco equipes, nesta fase da olimpíada. “Estamos com as equipes Três corações, Predadores do cerrado, Baru, Fava de bolota e Krahô. Esta é a primeira vez que chegamos tão longe e estamos felizes, porque esta olimpíada é complexa, com questões contextualizadas e manuseio de documentos históricos”, contou a professora Elanne Aguiar, que leciona História e coordena a área de Ciências Humanas e Sociais Aplicadas.

A 5ª fase terá início no dia 8 de junho, e representará a fase estadual e a semifinal nacional. Participam da olimpíada alunos de escolas públicas e privadas.

“O estudante Arthur Coelho da Silva, 16 anos, da 2ª série do ensino médio, participa pelo segundo ano da olimpíada. “Para mim está sendo uma experiência extraordinária, aprofundando vários aspectos, conhecimento, músicas e arqueologias de diversas áreas. É uma olimpíada que eu indico para qualquer estudante, porque além de ela trazer conhecimento, também amplia as oportunidades”, contou.

Giovanna de Sousa Pinto, 17 anos, da 3ª série do ensino médio, fala sobre a importância de participar da competição. “Está sendo uma oportunidade incrível de vivenciar o trabalho de um historiador na prática. Ao longo das etapas, desenvolvi habilidades muito importantes, como a capacidade de analisar diferentes fontes documentais, associando cada uma delas ao seu século de origem e ao seu contexto temático. Também aprimorei bastante a minha leitura crítica de imagens e aprendi a lidar com a transcrição de textos antigos, um desafio complexo, que enriqueceu muito a minha bagagem acadêmica e mudou a minha forma de estudar o passado”, explicou.

 

Edição: Fábio Almeida/Governo do Tocantins

Revisão Textual: Liliane Oliveira/Governo do Tocantins

Joselia de Lima/Governo do Tocantins