Tocantins
16.06.2026
A equipe do Colégio Estadual Manoel Silvério Dourado, localizado na cidade de Santa Tereza do Tocantins, promoveu o Dia D da Inclusão, com apresentações musicais e palestras visando sensibilizar a comunidade para a necessidade de respeito às limitações humanas e forma de lutar contra a discriminação e o preconceito direcionados a pessoas com alguma deficiência. A ação foi realizada no dia 22 de maio e foi realizada com 277 estudantes, do ensino fundamental e médio.
A escola realizou um dia de atividades específicas, entre elas palestras sobre respeito às diferenças, bullying e sobre deficiências e transtornos. A programação contou com teatro, desfile de meias coloridas, simbolizando a diversidade presente na escola.
Outro objetivo foi promover a democratização do acesso ao esporte como meio de desenvolvimento humano, social e físico e promover a inclusão social e o desenvolvimento integral de indivíduos que estão em situação de vulnerabilidade ou de exclusão.
A ação envolveu alunos, professores de todas as áreas, equipes pedagógicas e gestora. E a proposta foi mostrar que é possível abrir caminhos e oportunidades para os estudantes que apresentam algum tipo de deficiência, limitação ou transtorno.
A professora Ana Ramos, que atua na Sala de Recursos, destacou a importância de ações como essa para integrar todas as pessoas da escola. “A exclusão social é um fenômeno complexo, que priva indivíduos de participarem plenamente da vida em sociedade, seja por questões socioeconômicas, deficiências físicas, intelectuais ou preconceitos estruturais. Nesse cenário, o esporte emerge como ferramenta potente para a transformação social e a promoção da igualdade. Historicamente, as arenas esportivas servem como microssociedades em que as barreiras externas são atenuadas. No campo, na quadra ou na pista, a linguagem é universal: o esforço, a superação e o respeito mútuo sobrepõem-se às limitações individuais”, explicou.
A estudante Jasmin de Paula Pinto Pereira e Silva, da 1ª série do ensio médio, fala da importância de participar do evento. “O projeto nos fez refletir sobre a necessidade do respeito, da empatia e da valorização das diferenças dentro e fora da escola. Acredito que ações como essa deveriam acontecer mais vezes, pois despertam o interesse dos alunos e ajudam a conscientizar sobre temas que fazem parte do nosso dia a dia. Durante as atividades, aprendemos mais sobre as pessoas com deficiência, o autismo e outras condições, compreendendo melhor os desafios que muitos colegas enfrentam. Esse momento nos ensinou a olhar para o outro com mais respeito e compreensão, reconhecendo que cada pessoa é única e possui suas próprias características e potencialidades. Foi uma experiência enriquecedora, que contribuiu para a construção de uma escola mais acolhedora, inclusiva e humana”, comentou.
Edição: Ana Luiza da Silva Dias/Governo do Tocantins
Revisão Textual: Liliane Oliveira/Governo do Tocantins
Joselia de Lima/Governo do Tocantins